Bolsa reage às pesquisas eleitorais? Essa conversa não fecha
Bolsa reage às pesquisas eleitorais? Essa conversa não fecha
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, abriu em baixa a sessão da segunda-feira (14). Nesta terça-feira (15), depois de abrir em alta, o índice voltou a recuar, batendo nos mesmos 185 mil pontos em que se acomodou na semana passada.
Também nesta segunda-feira, mais uma rodada da pesquisa Quaest/TV Globo pela primeira vez aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula, no segundo turno das eleições presidenciais de outubro, ainda que dentro da margem de erro.
Pela insistente narrativa do mercado financeiro desde fins do mês passado, quando o Ibovespa reverteu um período de baixas sucessivas e alcançou novos picos de alta, era para a Bolsa dar um repique de alta e o dólar voltar a ceder. Só que não.
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"Trade eleitoral" não se sustenta
Por que será que a narrativa de que o impulso da Bolsa em setembro era reflexo do acirramento da disputa eleitoral, com Flávio Bolsonaro se aproximando de Lula nas pesquisas e até vencendo no segundo turno, não anda batendo com os pregões dos últimos dias?
A resposta, para quem não se deixa levar pela conversa dos operadores do mercado financeiro: porque o "trade eleitoral", ou seja, o impacto de pesquisas eleitorais nos movimentos do mercado acionário, não se sustenta e, para ser condescendente, é pequeno, se existe.
A curva do Ibovespa em setembro........
