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​Alô, alô América! David Copperfield, anda por aí?

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29.06.2026

Na madrugada deste domingo, quando o australiano Alireza Faghani pôs termo ao sofrimento de Portugal frente à Colômbia, o jornalista Pedro Azevedo, partilhou comigo, aqui nos estúdios da Renascença, uma estória que poucos conhecem: em 2016, ano do título europeu, havia uma escultura de um galo (símbolo de França) junto ao local de estágio da seleção. A cada jogo, com o conhecimento de Fernando Santos, o ‘staff’ da seleção tratava de virar estrategicamente o bico do galo para o país adversário de Portugal. Coincidência, ou não, lá fomos de empate em empate, até sermos campeões da Europa. Pelos vistos, para além de agradecermos ao Éder, deveríamos ter agradecido ao galo.

O caminho que estamos a trilhar neste Mundial da América do Norte parece ter pontos comuns: empates, exibições pobres e até o "galo" de duas seleções que estiveram muito perto de derrotar Portugal - contra a RD Congo foi o que........

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