#ignomínia
O relato de uma voluntária portuguesa atacada por um bando de colonos israelitas encapuzados enquanto fazia presença protetora na comunidade beduína de Khirbet Humsa, na Cisjordânia, não é só chocante. É a prova de que já nada trava a determinação de radicais em estender o seu domínio territorial. Seria suposto uma presença protetora travar as investidas dos colonos. É uma figura que existe desde sempre nos lugares onde as confrontações podem ser maiores, como Hebron. Neste caso, tratava-se de uma comunidade numa colina pedregosa, pela qual a portuguesa foi arrastada, puxada pelos cabelos, enquanto alguns dos atacantes agrediam sexualmente um palestiniano. Foram embora indemnes depois da chegada de soldados israelitas. Desculpem mas é impossível haver justificação para isto.
