Djokovic desafiou o tempo, e o tempo perdeu
Djokovic desafiou o tempo, e o tempo perdeu
O tempo é implacável. É o que dizem, pelo menos. Faz sentido. De Rod Laver e Ken Rosewall a Roger Federer e Rafael Nadal, os maiores do esporte foram superados em suas batalhas pessoais para seguirem competindo. Nesta terça-feira, contudo, Novak Djokovic voltou a desafiar o mestre de todas as coisas. E, pelo menos nesta noite, em Wimbledon, o tempo perdeu.
Foram 5h15min. Aos 39. A segunda partida mais longa de sua vida. No maior dos palcos do tênis. Em sua versão indoor, sob condições mais lentas, mais úmidas e, sim, mais desgastantes. Contra um adversário 14 anos mais jovem. "Fora do ordinário", como ele disse. Extraordinário. Uma obra-prima. Mais uma.
Beira o redundante listar as qualidades de um atleta completo em noites assim. Vale, entretanto, destacar certos números e méritos, todos astronômicos.
Juca........
