Valverde faz gol de Pelé e Real Madrid vence Manchester City
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O terceiro gol de Valverde, recebendo de Brahim Díaz aos 44 do primeiro tempo, com lençol à frente do rosto do zagueiro inglês Guéhi, e finalização de frente para Donnarumma foi uma obra de arte. Pela posição da bola no momento da passagem, quase acima da cabeça de Guéhi, a lembrança da hora foi Pelé contra País de Gales. Pelé e Pelé e não tem comparação. O futebol está mais rápido e Valverde conseguiu produzir esta memória numa jogada de altissima velocidade e, por tanto, extrema dificuldade.
Valverde é um jogador absolutamente especial. Está para o Real Madrid de 2026 como Modric estava para o time tricampeão da Champions League de 2016, 2017 e 2018. Que meio-campista!
Pela primeira vez na carreira, marcou três gols. O primeiro ao receber lançamento de Courtois, ganhou de O'Reilly, a quem também marcava, deu drible da vaga em Donnarumma e só não entrou com bola e tudo, porque teve humildade em gol.
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No segundo, recebeu de Vinicius Júnior na meia esquerda e chutou cruzado para vencer o gigantesco goleiro italiano. O terceiro já está na história do futebol, como um dos mais belos gols da Champions League.
Vinicius Júnior jogou bem, mas perdeu pênalti, sofrido por ele e mal cobrado, no canto esquerdo de Donnarumma, que defendeu.
Pode fazer falta no jogo de volta, terça-feira da semana que vem.
Guardiola errou na escalação. Pensou em ter quatro homens avançados, fez saída com Khusanov, Rubem Dias e Guéhi, Rodri à frente como pivô defensivo, dois meias Bernardo Silva e O'Reilly (lateral sem a bola) e quatro atacantes. Savinho e Doku abertos, Semenyo e Haaland por dentro.
Não é certo, neste momento, deixar o francês Cherki no banco de reservas.
Mal comparando, seria como se Alvaro Arbeloa abrisse mão do futebol de Federico Valverde.
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