O que o trem-bala e a Amazônia têm em comum? A biomimética explica
O que o trem-bala e a Amazônia têm em comum? A biomimética explica
Recebi um email que me fez parar tudo o que estava fazendo. A mensagem trazia uma pergunta simples: como demonstrar, na prática, que a floresta em pé pode produzir mais valor duradouro do que sua destruição?
O autor da mensagem está desenvolvendo um projeto pessoal, no qual envia perguntas específicas a pessoas cujo trabalho pode contribuir para transformar a maneira como pensamos sobre grandes problemas. Ao conhecer meu trabalho com clima, Amazônia e a proposta do projeto Amazônia 4.0, ele me perguntou:
"Se você pudesse demonstrar apenas um experimento científico-econômico, em escala local, para convencer comunidades, empresas e governos de que a floresta em pé pode produzir mais valor duradouro do que sua destruição, qual demonstração escolheria?"
Josias de SouzaMoraes e a sujeira debaixo do tapete do Supremo
Moraes e a sujeira debaixo do tapete do Supremo
SakamotoMendonça diz que fumou, mas não tragou Vorcaro
Mendonça diz que fumou, mas não tragou Vorcaro
Alexandre BorgesAras e Gonet mostraram que a PGR precisa mudar
Aras e Gonet mostraram que a PGR precisa mudar
Matheus PichonelliCampanha vira o meme do Homem-Aranha
Campanha vira o meme do Homem-Aranha
A pergunta me fez pensar que talvez uma das melhores respostas esteja em uma palavra ainda pouco conhecida do público: biomimética.
Biomimética é o uso de princípios, estruturas e processos encontrados na natureza para desenvolver soluções para problemas humanos. Em vez de perguntar apenas o que podemos retirar da floresta, a biomimética propõe outra pergunta: o que podemos aprender com a natureza, resultado de bilhões de anos de evolução?
Essa mudança de perspectiva é importante........
