Bottom-up: nas cidades do futuro, a unidade é quem mais ordena
Durante demasiado tempo, gerimos as cidades ao contrário. Seguimos uma lógica ‘top-down’, muitas vezes bem-intencionada, mas distante da realidade: grandes projetos, requalificações extensas, estratégias de branding urbano pensadas para posicionar cidades no mapa global.
As cidades continuam a ser pensadas para as pessoas, mas não com as pessoas. O resultado está à vista: cidades que cresceram, mas perderam identidade; que atraem investimento, mas afastam quem lá vive; que funcionam como cenário, mas........
