Não podemos dormir: democracia exige mobilização diante do avanço da extrema direita
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva alertou que a democracia brasileira requer mobilização diante do avanço da extrema‑direita.
Ele comparou o momento atual ao das eleições de 2022, quando a militância nas ruas e nas redes foi decisiva para a vitória “por um triz”.
Lula destacou a “internacional de extrema‑direita”, citando Donald Trump nos EUA, Viktor Orbán na Hungria e crises recentes no Chile, Peru e Colômbia.
Pesquisas apontam empate técnico e rejeição ao governo, enquanto o bolsonarismo mantém apoio entre burguesia, classe média e alguns trabalhadores.
O perigo que nos ameaça não é uma abstração; é uma força concreta, articulada globalmente, pronta para explorar qualquer brecha em nossa vigilância. Fingir que o cenário é o mesmo de 2022 é um luxo que não podemos ter. Naquela ocasião, a militância, com sua energia e presença nas ruas e redes, foi decisiva para garantir a vitória “por um triz”. Agora, a motivação parece arrefecida, o que é um erro fatal. A análise contaminada pelo desejo não é otimismo saudável; é autoengano ingênuo.
O que está em jogo, como bem lembrou o presidente Lula ao celebrar sua vitória anterior, é a diferença entre a “civilização e a barbárie”. A barbárie, hoje, tem nome e sobrenome, e se alimenta de uma “internacional de extrema-direita”. Não se trata mais de um fenômeno........
