“As memórias são… como livros escondidos no pó…”
Em plena adolescência tardia, à espreita o que na altura parecia um interminável capítulo da juventude, ainda nos sentíamos imortais, capazes de tudo, mas já germinavam planos de sermos adultos, já repetíamos vezes sem conta este refrão dos Trovante — As memórias são… como livros escondidos no pó… —, soletrávamos o alfabeto da vida com a confiança de quem ignora quase tudo, idade da ingenuidade, as palavras cantadas de cor sem o sabor do conteúdo, sem qualquer noção de que essas memórias eram apenas o princípio de tantas outras.
Leia os artigos que quiser, até ao fim.
Com uma assinatura PÚBLICO tem acesso ilimitado a todos os conteúdos e cancela quando quiser.
Desconhecíamos que as histórias por contar seriam muitas mais, e que os sorrisos que um dia iríamos querer rever devagar encheriam extensos volumes de livros, semelhantes aos das enciclopédias que ocupavam estantes inteiras nas prateleiras das casas de todos nós, a........
