Israel, onde o Ocidente começa
Faz hoje, 7 de Outubro, três anos que Israel sofreu o ataque terrorista mais trágico da sua história. Para os israelitas, foi mais dramático do que o 11 de Setembro para os norte-americanos. Em termos relativos, um ataque nos EUA com a mesma dimensão, 1200 mortos em Israel, significaria o assassinato de cerca de 40 mil americanos.
Mas o ataque não foi apenas trágico, foi bárbaro. Os militantes do Hamas mataram sem qualquer critério, apenas pelo prazer de matar israelitas. Assassinaram bebés, crianças e velhos. Violaram mulheres, muitas vezes por vários homens, para depois as matarem. Atacaram um festival de música (Festival Nova), e quem viu as imagens, percebe que poderia ser em Vilar de Mouros (ou até numa festa do Avante), e assassinaram indiscriminadamente centenas de jovens.
Além de trágico e de bárbaro, os ataques de 7 de Outubro revelaram uma cultura de celebração da violência e da morte no Hamas. Há relatos de militantes do Hamas a fazerem videochamadas para as suas famílias a relatarem e a filmarem a chacina. E as famílias dos militantes do Hamas, mães, pais e irmãos, a orgulharem-se dos seus filhos e a pedirem “matem mais, matem o máximo possível.”
Para muitos na Europa que culpam a política de “direita” do governo de Israel, os ataques mostram........
