Do Património
Quando a cidade era densa e habitada, no que chamávamos "a Baixa", seu coração e pulmão, as ruas eram das pessoas.
E, por isso, andava-se a pé, falava-se (uns com os outros) e negociava-se pelas ruas tudo quanto a fantasia, a necessidade ou o prazer exigiam. De gravatas (vendidas por chineses que falavam à moda do Porto) a azeite e carvão, a pentes, aventais, meias e até água com sabor a........
