Simões tem um problema: explicar a dívida de Minas
Mais orientadoras do que as quantitativas, as pesquisas qualitativas apresentam dados reveladores. O núcleo de apoio à pré-candidatura a governador do vice-governador Mateus Simões (PSD) já sabe que ele tem um problema e que precisa ser trabalhado já. Trata-se da explicação sobre o problema do endividamento de Minas perante a União (governo federal).
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A dívida de Minas pulou de R$ 100 bilhões para R$ 200 bilhões no governo Zema, sem novos gastos ou grandes investimentos na saúde, educação, segurança pública e obras rodoviárias. Até então, Zema tinha o discurso pronto culpando a herança do antecessor Fernando Pimentel (PT). Simões não poderá fazer o mesmo porque seu antecessor é o aliado Zema (Novo).
Em sete anos de gestão, a dívida cresceu 100% e o déficit orçamentário é de R$ 5,2 bilhões neste ano (o oitavo do governo Zema/Novo). As narrativas feitas até o momento não apresentaram respostas convincentes e as pesquisas reafirmam que faltam explicações. A oposição também está sabendo disso e vai centrar fogo no assunto. Durante a campanha e administração, a promessa de Zema era sanear as finanças do estado, mas a situação não foi resolvida.
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