menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Como em 2022, CNBB fica do lado certo da História

34 0
30.09.2026

Este jornalista nutre forte simpatia pela parcela progressista da Igreja Católica, que defende excluídos, critica opressores, condena preconceitos, ataca discriminações, combate a desigualdade e denuncia os privilégios. É a Igreja de Júlio Lancellotti, hoje, e de Paulo Evaristo Arns, ontem. É a Igreja das Comunidades Eclesiais de Base, da Teologia da Libertação, de Leonardo Boff. É a Igreja dos Papas João XXIII e Francisco. Essa Igreja Católica sobrevive, ainda que não unanimemente, no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB, a qual, agredida por Flávio Bolsonaro, engrandece-se.

O Brasil conta mais uma vez com a CNBB, a exemplo de 2022, quando exerceu seu papel com coragem e repreendeu a sanha religioso-reacionária. À época, a entidade dos sacerdotes católicos denunciou o uso de fake news e relacionou-o com “manipulação religiosa”, em clara estocada nos pastores bolsonaristas que povoavam — e povoam — o Congresso Nacional. “A manipulação religiosa, protagonizada por políticos e religiosos, desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados no Brasil. É fundamental um compromisso........

© Brasil 247