Nem vivos, nem mortos
Atribui-se a Jorge Videla, ex-ditador da Argentina, a frase: “Nem vivos, nem mortos: desaparecidos”. Daí surgiu a expressão, que passou a se referir a 35 mil pessoas, vítimas da ditadura militar argentina: desaparecidos.
Eu mesmo passei a viver essa expressão, quando minha companheira brasileira, Maria Regina Marcondes Pinto, em 10 de abril de 1976, foi sequestrada, na rua Pueyrredón, e foi incluída na longa lista de desaparecidos durante a ditadura argentina, de que Videla foi a primeira expressão.
Eu estava viajando, em Cuba, no Hotel Havana Livre, quando,........
