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Atenção, Paulo Fonseca: aqui, empatar é como perder

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Depois de várias semanas a defender-se e a defender os seus jogadores, Rui Borges foi demitido do Sporting. O fado da saída deve ter sido escrito por Frederico Varandas e seus pares após a derrota com o Académico de Viseu, sem esperar sequer pela reação da equipa nos jogos seguintes contra Marítimo e Casa Pia.

Os dois triunfos consecutivos, apesar de sofridos, podem causar alguma estranheza sobre o ‘timing’ do despedimento, mas os sinais de que a decisão se aproximava eram evidentes.

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Há muito que Rui Borges aparentava ser – ou era, de facto – um homem só, refém de exibições fracas e, sobretudo, dos maus resultados no campeonato, sem ter uma única voz de peso na estrutura leonina que saísse em sua defesa. O silêncio à sua volta indiciava o fim de ciclo iniciado há 99 jogos com uma vitória sobre o Benfica.

O próprio Rui Borges sinalizou o momento e o que estava para vir quando disse sentir, desde que chegou ao Sporting, uma certa “falta de respeito” enquanto treinador e como pessoa. Fê-lo na........

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