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COVID-19, hantavírus e Ébola: o que mudou?

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30.07.2026

Quase nada. As lições escritas e não escritas da pandemia de COVID-19 foram claras sobre as necessidades nacionais, europeias e globais para enfrentar uma nova ameaça sanitária. As imediatas, como as capacidades laboratoriais e de cuidados intensivos, foram reforçadas; as estruturais, que permitiriam prevenir e responder melhor, nem por isso.

No início de maio, confrontados com um episódio de muito menor dimensão, causado pelo hantavírus Andes – um surto localizado e já terminado, longe de ser uma epidemia ou uma pandemia de dimensões globais -, ficaram novamente evidentes as fragilidades jurídicas e institucionais que os países enfrentam na resposta a este tipo de eventos. Depois, o surto de Ébola na República Democrática do Congo, que se estendeu ao Uganda e considerado pela Organização Mundial da Saúde como uma emergência de saúde pública de importância internacional, voltou a fazer........

© Observador