Jessé Souza e o produto mais perfeito do intelectual de esquerda
Jessé Souza passou décadas inventariando a “elite do atraso” brasileira com a caixa de ferramentas da esquerda acadêmica. Trabalho ambicioso, com pretensões totalizantes – o tipo de obra que impressiona bancas, consola o militante de classe média e cai em cheio no colo do establishment acadêmico jornalístico que precisava de uma narrativa “crítica” de fácil consumo.
Acontece que o homem que mapeava estruturas de dominação simbólica descobriu, enfim, a superestrutura absoluta: o “lobby judaico”. Jeffrey Epstein, pedófilo condenado, revelou-se, aos olhos do intelectual brasileiro, o “produto mais perfeito do sionismo judaico”. A rede de exploração sexual funcionaria como dispositivo de poder, engrenagem calculada num mecanismo de chantagem do judaísmo global.
Tudo de que a esquerda gourmet precisava: o Mossad financia Epstein para chantagear políticos e bilionários americanos. O resultado previsível não seria outro a não ser o apoio incondicional dos EUA a Israel. Hollywood e a mídia mundial “cafetinam” o Holocausto para blindar Israel de qualquer crítica, numa operação em que a memória das vítimas........
