"Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi"
“Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo”. Portugal não é apenas um destino. Para a Orquestra Maré do Amanhã, é uma segunda casa. Esta foi a nossa terceira passagem, e cada vez que chegamos, sentimos que pertencemos também a este lugar. Há 16 anos, nascemos no Complexo da Maré, uma das maiores favelas do Rio de Janeiro, a partir de uma tragédia, o assassinato do meu pai, o Maestro Armando Prazeres, português de Arouca, que dedicou a vida a levar a música às comunidades.
Escolhi responder à violência........
