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Leo, o génio humilde

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saturday

Dizem as regras de uma boa carreira profissional, ou de um qualquer projeto em que nos envolvamos, que é tão importante saber entrar, como saber sair. Aplica-se a todas as situações e, na dimensão superlativa do futebol, é ainda mais significativa, considerando os múltiplos apelos, a sucessiva pressão pública e mediática, com as inerentes dificuldades e dúvidas em relação ao timing ideal.

Para lá de que, sendo cada caso um caso, distinto de todos os outros, tudo depende (e muito!) da sensibilidade, do bom senso e da personalidade dos envolvidos.

Se falarmos de um astro da dimensão de Lionel Messi, temos todos os aspetos que foquei elevados à máxima potência. Ainda para mais, tratando-se de um dos maiores da História do futebol, ombreando com Edson Arantes do Nascimento e com Diego Armando Maradona no pódio dos eleitos.

Finalista de um Mundial por três vezes (Brasil, há doze anos, Qatar, há quatro, e este ano, nas Américas), vencedor numa delas, Messi levou consigo a paixão do jogo e transportou a nação argentina aos píncaros.

Se é certo que, na avenida 9 de julho, a caminho do Obelisco, em cada festejo da seleção das pampas seja complicado perceber se a maioria prefere Maradona ou Messi, tamanha foi a dimensão celestial dos dois futebolistas, não é menos exato perceber que as mais jovens gerações ficam justamente encadeadas pelas performances e pelos resultados obtidos por Lionel. Natural a perspetiva, que isto da memória e do seu impacto nos dias de hoje tem muito que se lhe diga…

Mas há qualquer outra coisa que emana de Messi e dos mais de........

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