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Ana MonizVisão |
As razões que podem levar um pai ou uma mãe a pedir a um filho para “reconsiderar a sua homossexualidade” serão outra coisa qualquer. Mas amor não é.
Se gosta muito da pessoa mas não quer partilhar a sua vida com os filhos dela, é melhor desistir da relação.
Ser madrasta ou padrasto é difícil, ser enteado também é. As famílias em que esta nova organização corre bem são o resultado de muito trabalho...
Os divórcios são lutos por pessoas vivas que vão fazer parte de nós para sempre.
Quase toda a gente tem um tio xenófobo, racista ou homofóbico. Também na psicologia e psiquiatria sempre existiram estas bizarrias pontuais.
Aceitemos que as pessoas têm o direito de nos deixar. E nós podemos sobreviver a esse final de relação.
A “ditadura do pensamento positivo” não aparece porque há um grupo de pessoas negativas que não gosta de ver os outros felizes
A característica mais dolorosa do perfeccionismo é o modo como as pessoas se tratam a si próprias: a falta de cuidado com o seu bem-estar.
Com o estilo de liderança “bully fanfarrão” tão na moda, precisamos mais do que nunca de pessoas que se consigam afirmar.
Chora-se de tristeza, de raiva e de medo: o choro permite processar, adaptar, relaxar, clarificar o pensamento. O choro é saudável.
Vejo a ansiedade de muitas pessoas por dizerem que têm de faltar [ao trabalho] porque uma criança está doente ou porque é preciso levar um pai a...
‘Dessensibilização’: a técnica consiste em avançar em passos pequeninos na direção do que o assusta, de modo a perceber que pode lidar com a...
Já vi mais de 12 mil apresentações. E apenas uma pessoa referiu viver com o namorado, formando por isso um casal do mesmo sexo.
Como se em cada criança houvesse um Cristiano Ronaldo em potência, as atividades extracurriculares são vistas pelos adultos como perspetivas de...
Aproveitar a oportunidade de alguém estar a sofrer para a educar acerca de dimensões e proporções de dor é a melhor definição da antítese da empatia.
Muitas organizações têm percebido que os níveis de Burnout estão altos e que é preciso intervir.
Abundam, nos corredores e open spaces do mundo do trabalho, risinhos e expressões sobre se alguém não se terá esquecido de “tomar os comprimidos”.
O filme ‘The Experiment’ pretendia avaliar até que ponto alguém conseguiria provocar sofrimento extremo a outra pessoa.
Apesar da compaixão fazer parte da natureza humana, ser imune ao sofrimento do outro é absurdamente fácil.