Depois das metas, sobra o quê?
O recesso de fim de ano tem um jeito curioso de nos confrontar. Depois de meses correndo atrás de metas, com a agenda lotada e o celular apitando sem parar, de repente, o silêncio. Você está em casa, com a família, mas se sente um estranho. A conversa não flui, o riso parece forçado. E nesse vazio, uma pergunta incômoda ecoa: depois de tanto liderar lá fora, o que sobrou para liderar aqui dentro?
Eu já vivi essa solidão acompanhado. Por anos, fui treinado para ser forte, para resolver problemas, para não demonstrar fraqueza. Criei uma casca. Mas essa armadura, que me servia tão bem no mundo corporativo, me impedia de me conectar com o que mais importava. Dizer "eu te amo" era algo que eu simplesmente não conseguia fazer. Não falava para minha esposa, não falava para meu filho. Não por falta de amor. Mas por um bloqueio emocional que eu era incapaz de resolver sozinho...
Quando meu filho mais velho, o JP, nasceu, essa limitação se tornou insuportável. Eu o amava profundamente, mas as palavras não saíam. Como eu, um líder que falava para milhares de pessoas, não conseguia dizer o essencial para o meu próprio filho? Aquilo me quebrou por dentro. Foi quando decidi buscar ajuda. Procurei um terapeuta. E essa foi uma das decisões mais importantes da minha vida.
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