A mulher que viu o futuro da amazônia e não gostou
Jornalista de ciência e ambiente, autor de “A Ciência Encantada de Jurema" (ed. Fósforo)
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A máxima "ver para crer" comporta muitas interpretações, uma das quais eclipsada por nossa obsessão com narrativas e versões: o poder do conhecimento em primeira mão para forjar convicções. Imagens, em especial, fornecem bons mapas para encontrar o caminho certo na vida.
A quem não acredita na percepção sensível como forja de virtudes éticas, recomenda-se o romance "Orbital", de Samantha Harvey (DBA, 192 págs.). Astronautas na Estação Espacial Internacional descobrem-se filósofos ou poetas durante a exposição contínua à beleza de seu próprio planeta.
A vulnerabilidade do grupo a 400 km de altitude, protegido do espaço —"pantera feral, primal"— por mero palmo e meio de casco metálico, decerto favorece introspecção e cismas. Mas são os sucessivos crepúsculos e auroras, em 16 órbitas a cada 24 horas, que........
