Coronel da PM suspeito de ligação com o PCC atuou no Massacre do Carandiru
Coronel da PM suspeito de ligação com o PCC atuou no Massacre do Carandiru
O coronel da PM Luiz Carlos Pereira Martins, 60, suspeito de manter relações de proximidade e amizade com operadores financeiros do PCC (Primeiro Comando da Capital) investigados na Operação Janus, atuou no Massacre do Carandiru, em 2 de outubro de 1992, na Casa de Detenção de São Paulo.
A chacina no então maior presídio da América Latina deixou 111 detentos mortos e teve repercussão mundial. Pereira Martins era tenente do CPChoque (Comando de Policiamento de Choque) à época e foi um dos policiais militares processados em razão dos desdobramentos da operação.
Segundo as investigações, o oficial portava um revólver 38. Ele não foi acusado pelos homicídios, mas acabou processado pelo crime de lesão corporal grave contra um detento rendido na fase final da invasão ao Pavilhão 9 da Detenção. Pereira Martins fez a varredura no presídio junto com os oficiais Nivaldo César Restivo e Marcelo Streifinger.
Juca KfouriCorinthians é assim: uma no cravo, outra na ferradura
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