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Requisitos para Lecionar em Universidades Progressistas

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20.08.2026

O nível de exigência académico, intelectual e ético para ser professor em universidades progressistas está cada vez mais elevado. Mas, se dantes era necessário ter doutoramentos, publicar artigos científicos e livros, participar em conferências, ter experiência de ensino, enfim, produzir conhecimento, agora a exigência é outra. Como Jason Arday e Farah Ahmed demonstraram, é possível dispensar essas maçadas académicas e apresentar currículos alternativos.

O primeiro requisito académico é ser um aldrabão sem vergonha.

Ainda que não se tenha concluído o ensino primário, inventa-se um currículo composto de artigos e livros que nunca existiram, participações fantasma em palestras reais e imaginárias, ter sido professor em universidades onde nunca se pôs os pés e outras fantasias intelectuais. A única coisa que realmente existe é uma tese de doutoramento – obviamente plagiada. Contudo, este castelo de charlatanice só se aguenta em áreas do conhecimento que se alimentam dos mesmos pressupostos científicos. Ou seja, é necessária uma osmose intelectual onde a aldrabice flui livremente de um lado para o outro, revigorando-se, mas conceitos como objectividade, rigor e verdade são filtrados.

Estamos, pois, a falar de áreas científicas como a Teoria Crítica da Raça, a Teoria do Género, os Estudos Pós-Coloniais, a Interseccionalidade, os Estudos Anticapitalistas, a Matemática Racista, o Animalismo, o Tarot, ou qualquer outra........

© SOL