O que disse o CFM a Moraes após a anulação da sindicância sobre Bolsonaro
Em ofício encaminhado ao gabinete do ministro do Supremo tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes nesta sexta-feira (9), o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran Gallo, afirmou que a entidade “jamais pretendeu exercer qualquer competência correcional em relação à Polícia Federal” e não quis “intervir na execução da pena” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Nesta quarta-feira (7), o CFM anunciou ter pedido ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal © Revista Fórum
