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Autocarro e ônibus pararam num bar e nasceu um livro

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O bar, toda a gente o conhecerá, porque é muito cá de casa: o Bartoon, de Luís Afonso. Por lá passam, diariamente, as mais variadas coisas do mundo, filtradas pelo atentíssimo “humor delicado e contagiante” do seu autor (assim se lhe referiu Eduardo Prado Coelho [E.P.C.] em 2003, ao prefaciar o livro dos dez anos dessas icónicas tiras, já lá vão 23 anos). Ora se já vimos muita coisa a partir desse bar (onde, citando ainda E.P.C., Luís Afonso “tem o extraordinário mérito de dizer em duas ou três frases o equivalente a muitas colunas de crónicas derramadas”), há momentos em que o seu autor deixa balcão e clientes e vai atrás de outras pistas e destinos. Já se deixou até entusiasmar por dramas com restaurantes (O Chef, Relógio d’Água, 2022) ou comboios (O Comboio das Cinco, Abysmo, 2012).


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