O Andy não é “legit”
“Legit”: calão característico das escolas do sul de Londres, e quem diz escolas diz os alunos, mais precisamente os meus alunos, céleres e perspicazes em identificar algo como “legit”, ergo legítimo, verdadeiro e honesto.
Leia os artigos que quiser, até ao fim.
Com uma assinatura PÚBLICO tem acesso ilimitado a todos os conteúdos e cancela quando quiser.
O oposto é “fake”, falso, uma cópia ou então um produto de contrafacção.
Se este léxico corresponde, por norma, às roupas e apetrechos usados e exibidos pelos catraios no dia a dia, o mesmo é aplicável a Andy Burnham, “aka” (“also known as”) Andy.
Isto porque na eventualidade de Andy Burnham entrar em Downing Street sem uma eleição geral, fá-lo-á pela porta constitucional e pela janela política.
Se a lei assim o permite, já o mandato popular não.
Os ingleses votaram num partido, dir-me-ão. É verdade. Mas também votaram num rosto, numa voz, numa promessa........
