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Todos somos Carlos Moedas /premium

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23.09.2021

Em Lisboa, Fernando Medina representa o poder socialista e, ao mesmo tempo, também o pior desse poder: as suspeitas de corrupção, com a sucessão de vereadores do urbanismo sob investigação judicial; a fuga às responsabilidades, no caso da espionagem burocrática a favor da Rússia; a colonização partidária de instituições e empresas públicas, exemplificada pela Carris; a insistência no que já falhou e nunca resultará, como a tese de que a procura de habitação pode ser satisfeita apenas pela oferta do Estado (1200 casas em quatro anos…); e a disponibilidade para acomodar a extrema-esquerda e os seus preconceitos e raivas. Pensem numa tendência ou num tique de que não gostam nos governantes socialistas, e é quase certo que Fernando Medina tem essa tendência e esse tique.

Sendo assim, duas coisas são óbvias: primeiro, a derrota de Medina seria uma grande mudança para a cidade e também para o país; segundo, mais nenhum outro resultado – como seja algum rearranjo da representação partidária nos órgãos autárquicos — teria esse efeito. Ora, há apenas um meio de derrotar Medina: é o voto em Carlos Moedas para a câmara municipal. Todos os outros votos,........

© Observador


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