Transactivismo: Vidas arruinadas
Vidas arruinadas. Corpos mutilados. Relatos difíceis de ler, imagens chocantes e dolorosas. Ao ler, ver e ouvir os testemunhos desses rapazes e raparigas que se submeteram a uma transição de género antes de se arrependerem e voltarem atrás, sou assaltada por várias perguntas: Como é que isto foi possível? Como é que uma ideologia tão perversa, que leva à mutilação de partes saudáveis do corpo de miúdos, que ainda não têm o córtex pré-frontal [região do cérebro responsável pelas funções executivas, como a tomada de decisões de longo prazo, planeamento, controle de impulsos e regulação emocional] plenamente desenvolvido, pode sequer existir? Como é que os governos legislaram no sentido de criminalizar pais e médicos que não afirmem imediatamente a autodeterminação de género de crianças, que mais tarde se podem arrepender amargamente? Que forças são essas, que, no Ocidente, levam tantos miúdos a orientar a sua vida numa direcção tão enganadora, perigosa e castradora?
Sentir mal-estar com o próprio corpo na adolescência é algo que sempre aconteceu e que, maior parte das vezes, requer ouvidos atentos, atenção e cuidado, atitude de bom-senso que a tempestade “trans” veio varrer.
Agora, basta uma simples consulta com um psiquiatra “afirmativo de género” para, em dez minutos, ter um filho diagnosticado com “disforia de género” e ser confrontado com a pergunta: “prefere um filho morto, ou uma filha viva?» E, claro, qual é o pai ou a mãe que quer ser responsável pela morte do seu filho? O que se segue é rapidíssimo e apanha toda a gente de surpresa, a começar pelos próprios pais. A rede de transactivistas (desculpe, de profissionais de saúde) está formada e o protocolo está definido: transição social (mudança de nome e de sexo no registo civil), bloqueadores da puberdade, injeções de hormonas de sexo cruzado (testosterona para as raparigas, estrogénio para os rapazes) e,........





















Toi Staff
Sabine Sterk
Penny S. Tee
Gideon Levy
Waka Ikeda
Mark Travers Ph.d
Grant Arthur Gochin
Tarik Cyril Amar
Chester H. Sunde