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A experiência como novo motor da competitividade do Algarve

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10.09.2026

Durante muitos anos, a competitividade turística foi medida sobretudo através de indicadores de volume, tais como o número de visitantes, as dormidas, as taxas de ocupação ou as ligações aéreas. Todos estes fatores continuam a ser importantes. Mas, à medida que o turismo português entra numa fase de maior maturidade, torna-se evidente que o próximo ciclo de crescimento não poderá depender apenas de trazer mais pessoas durante os mesmos meses do ano.

Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) ajudam a perceber esta mudança de contexto. Em junho de 2026, o alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 8,1 milhões de dormidas, com crescimentos homólogos de apenas 1% e 0,7%, respetivamente. As dormidas de não residentes diminuíram 0,6%, enquanto os proveitos totais cresceram 4,7%, para mais de 785 milhões de euros.

Estes números ajudam-nos a olhar para uma questão que será cada vez mais........

© Jornal Económico