E se a água da torneira estiver nos tornando inférteis?
No mês passado, circulou em todas as redes sociais a notícia de que uma égua prenhe, chamada Amora, havia caído dentro de uma cisterna do sistema de abastecimento de água da região metropolitana de Belo Horizonte.
Com a mobilização de equipes da Companhia de Saneamento, após 24 horas, conseguiram retirar o corpo do animal da adutora e o fornecimento foi novamente retomado após todo um processo de sanitização e desinfecção química da rede, onde testes laboratoriais puderam reafirmar a qualidade da água.
Embora incidentes como este possam ser devidamente resolvidos por nossas Estações de Tratamento de Águas (ETAs), há um tipo de contaminação que não vem sendo saneada.
O processo convencional de tratamento é composto basicamente pela adição de Sulfato de Alumínio, Cal e Cloro para decantação, filtração, desinfecção e fluoretação. Entretanto, mesmo com tantas etapas, ele não é capaz de remover de nossos corpos hídricos os resíduos farmacológicos.
De fato, os resquícios de remédios vêm poluindo o meio ambiente de uma forma descontrolada. Eles vão parar em nossas águas eliminados pela urina, fezes e até pelo descarte irregular destes medicamentos em pias e vasos sanitários. A remoção, por sua vez, exige processos avançados, os quais são caros e ainda estão em fase de pesquisas, sobressaindo, nesse campo, os estudos feitos pela USP.
Assim, ao lado do dano direto de causar a morte de crianças indefesas, o uso deste tipo de medicamento causa malefícios ao meio ambiente e a toda população
Assim, ao........
