Fogo amigo, joio e trigo
Um tsunami de desencontros, trombadas, esbarrões e fogo amigo varreu a campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após a divulgação do áudio em que ele pede recursos a Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark horse”, para a promoção do ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), ao custo de R$ 134 milhões. O lançamento está previsto para 11 de setembro, três semanas antes das eleições gerais. O primeiro aliado a entrar para o rol dos “ex” foi o pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo). Há menos de um mês, Zema posava ao lado de Flávio Bolsonaro, em camaradagem, especulando em vídeo qual deles seria o vice da chapa ao Palácio do Planalto. Mas o caso Master foi a gota d'água para que o promissor casamento de Cinderela se transformasse em pesadelo de borralheira. Zema foi o primeiro a se voltar contra Flávio Bolsonaro, mirando tornar-se a alternativa no campo da direita.
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Por onde caminhará Pacheco?
O PL em Minas registrou o desagravo a Flávio Bolsonaro e a reprovação a Zema. “Num momento como este, gestos contam muito. E esse foi gesto de um juiz que não se preocupou em ouvir todos os lados”, afirmou o presidente estadual do PL, deputado federal Zé Vitor. Defendendo a CPI do Master, Zé Vítor considerou “precipitada” a corrida do ex-governador de Minas às redes para atacar Flávio Bolsonaro. Dentro do Novo, partido de Zema, o mesmo termo foi empregado no Paraná e em Santa Catarina, onde os diretórios do Novo acusaram a “precipitação” do ex-governador.
As declarações foram ao encontro de Eduardo Bolsonaro, que, dos Estados Unidos, demonstrou que não apenas Flávio Bolsonaro pediu recursos ao ex-banqueiro do Master, mas, o próprio partido Novo em Minas recebeu a........
