Do Palácio às redes, Senado em disputa
Se a sucessão ao governo de Minas está aberta – porque nem o campo bolsonarista nem o campo lulista referendaram as respectivas candidaturas que darão suporte aos palanques presidenciais no estado – , o mesmo não se pode dizer em relação à disputa ao Senado. As candidaturas estão postas. As coligações, não. A ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT) é o nome da federação PT, PCdoB e PV. O deputado federal Domingos Sávio (PL) é o indicado do PL de Jair Bolsonaro. Marcelo Aro (PP), ex-secretário de Estado é o nome da federação União Progressista. E o senador Carlos Viana (PSD), é candidato à reeleição do partido do governador Mateus Simões. Áurea Carolina (Psol) é indicada pela federação Psol-Rede. Há também dúvidas: o deputado federal Aécio Neves (PSDB) decidirá concorrer? Filiado ao Novo, o influenciador paulista Marco Antônio Costa, o “Superman”, será o plano B para o Senado?
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Nomes estão postos. Mas como essas federações e partidos irão se aglutinar é uma questão que dependerá de quem serão os candidatos ao governo. Se o senador Rodrigo Pacheco (PSB) decidir concorrer, a tendência é de que tenha o apoio do campo lulista e da federação União Progressista. Nessa hipótese, além da candidatura de Marília Campos – que dá sustentação à reeleição de Lula – a coligação teria Marcelo Aro, que, por seu turno, já teve anunciado formalmente o apoio do senador Cleitinho (Republicanos).
Também potencial candidato ao governo de Minas, se formalizar........
