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Cleitinho, Mateus, Kalil, Gabriel e... será Pacheco?

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11.03.2026

A formalização do lançamento da candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) ao governo de Minas, em chapa com o prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), impõe novo ritmo à sucessão mineira. Liderando as pesquisas de intenção de voto, o senador organiza o campo bolsonarista, anunciando-se como pré-candidato que dará palanque à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) em Minas. Ao mesmo tempo, manda recado ao PL de Nikolas Ferreira, que tenta empurrar a legenda à aliança com o vice-governador Mateus Simões (PSD): poderá lançar ao Senado o irmão gêmeo e prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, que deixará o Novo para se filiar ao Republicanos.

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Se isso ocorrer, terá efeito negativo sobre a pré-candidatura ao Senado do deputado federal Domingos Sávio (PL), que também tem base eleitoral em Divinópolis. “Eu lancei para o Senado também, porque aí um Cleitinho sai, entra outro Cleitinho lá para poder continuar indo para cima do STF, para poder continuar representando Minas Gerais. Você pode ter certeza que o meu irmão Gleidson é até melhor do que eu, viu.”

No PL, a alternativa à coligação à candidatura de Mateus Simões (PSD) seria o voo solo que vem sendo articulado por Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), que irá se desincompatibilizar do cargo e se filiar ao PL. Seja qual for o caminho do PL em Minas, contudo, a candidatura de Cleitinho materializa o que até aqui era o fantasma de um dilema político para Mateus Simões: o campo bolsonarista, com o qual nutre identidade, está ocupado; precisará fazer esforço para reconstruir e suavizar........

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