O pecado e o pecador
1. O discípulo de Jesus detesta o pecado mas respeita e ama o pecador. O pecado deve ser evitado. Mas o pecador, pelo facto de ter pecado, não perde a dignidade de ser humano, pelo que deve ser respeitado e amado.
Leão XIV sublinha a dignidade ontológica. «É a dignidade que pertence a cada ser humano, simplesmente porque existe. Foi desejado, criado e amado por Deus: nenhum pecado, nenhum fracasso, nenhuma humilhação, nenhuma exclusão pode afetar o valor profundo de uma vida humana que Ele desejou e chamou à existência» (Magnifica Humanitas, n.º 52).
Muitos dos santos que veneramos são pecadores arrependidos.
Pecadores todos somos. Dizemo-lo claramente no ato penitencial que precede a celebração da Missa, ao recitar a confissão. «Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nos mesmos e a verdade não está em nós» (1.ª Carta de S. João1, 8)
2. Há pecados ocultos e pecados que são do conhecimento público. Uns e outros devem ser evitados. Quem, no Sacramento da Penitência,........
