Pessoas “mais ou menos”
“As pessoas vivem para admirar as alturas, as ondas do mar, o percurso dos rios, o domínio dos oceanos, o movimento das estrelas e no entanto elas passam por si mesmas sem se admirarem”. (Santo Agostinho).
Na verdade, vivemos um tempo de pouca realidade, confusos e talvez distraídos com o que se passa de verídico connosco e à nossa volta. Preocupamo-nos com atitudes e pensamentos fúteis que nos molestam, consomem e nos fazem passar as horas mais importantes do dia, à deriva.
Viver, na verdade, é das coisas mais difíceis do mundo. Existem milhões de pessoas que nunca viveram, apenas existem. O homem vive, no tempo que passa, desorientado, porque também recusa os ensinamentos do bem e dos génios que ensinam a elevar o homem.
Vivemos em estado de defesa, culpando (tantas vezes) os outros de ignorância, de incompetência, de bons receptores da treta e não somos capazes de estar presentes para ver, de procurar cultura, de ser capazes e de verificarmos com toda a verdade como somos e como agimos para nos elevarmos e elevar os........
