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Federações partidárias: bom pros pequenos, melhor pros grandes

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16.10.2026

Danilo Imbimbo — mestrando no Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (Ipol/UnB), membro do Núcleo de Estudos do Bicameralismo (UnB)

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Em março, o diretório nacional do PSol rejeitou, por 47 votos a 15, a proposta de federação com o PT e renovou a aliança com a Rede. No último 4 de outubro, a federação PSol-Rede ficou de fora da cláusula de desempenho por 186 votos no Espírito Santo. A regra exigia, em 2026, 2,5% dos votos válidos para a Câmara, com ao menos 1,5% em nove unidades da Federação, ou 13 deputados eleitos em nove delas. Quem não passa perde o acesso ao fundo partidário e ao tempo de rádio e TV, e seus deputados podem trocar de legenda sem perder o mandato. A PSol-Rede teve 4,9% dos votos no país e elegeu 15 deputados, mas de forma concentrada: superou 1,5% em oito unidades da Federação e elegeu deputados em seis. No Espírito Santo, parou em 1,49%.

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Redistribuindo as cadeiras como se PSol e Rede tivessem entrado na federação........

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