A doença que nenhum candidato quer tratar
Por Francisco Balestrin, presidente da Fesaúde e do SindHosp (Federação e Sindicato de Hospitais, Clínicas, Laboratórios e Estabelecimentos de Saúde no Estado de São Paulo)
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A campanha eleitoral começou e ainda são escassas as propostas capazes de enfrentar de forma estruturante os principais desafios do país. Na saúde, apontada novamente pelo Datafolha, em março deste ano, como a maior preocupação dos brasileiros, os planos de governo apresentados pelos candidatos à Presidência da República ainda não trazem iniciativas capazes de ampliar o acesso, reduzir filas, assegurar o cuidado adequado no momento certo, integrar dados e, principalmente, criar mecanismos efetivos para combater o desperdício.
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