A rota de fuga dos técnicos
A temporada das principais ligas nacionais da Europa começa com um sentimento de abandono no retângulo pontilhado destinado aos técnicos de futebol. Figurões descobriram um porto seguro no mercado de seleções para quatro anos quase sabáticos em nome da saúde mental. Em vez da pressão diária de treinos, viagens e jogos, mais tempo para ficar com a família, observações remotas de partidas e atletas, ou seja, o popular home office, e pressão a cada dois ou quatro anos nas disputas de torneios continentais como, a Copa América e a Euro ou a Copa do Mundo. Essa licença-prêmio do estresse afastou dos campeonatos Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Holandês e Português figurões como Carlo Ancelotti, Zinedine Zidane, Roberto Mancini, Thomas Tuchel, Jorge Jesus, Xavi Hernández, entre outros profissionais badalados.
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