Na prática, Trump pode ordenar ataque nuclear sem consultar ninguém
Uma situação em que o presidente dos Estados Unidos pode, por iniciativa própria e isolada, determinar um ataque nuclear é quando se detecta outro ataque armado, este acionado contra o território americano. Imagine-se um estado de beligerância extremo entre Rússia ou China e Estados Unidos, com o país de Vladimir Putin ou o de Xi Jinping lançando mísseis contra o país de Donald Trump. Haverá muito pouco tempo para responder com contundência a tal agressão, por isso o presidente está pré-autorizado a determinar sem consultar ninguém uma retaliação nuclear. Mas o que se tem, na prática, é um mero protocolo de boa conduta para tais casos.
Quem nos contou esses detalhes litúrgicos foi o jornalista brasileiro que melhor compreendeu o aparato bélico disponível no mundo, Roberto Godoy, sempre pronto para ajudar colegas pouco informados sobre o tema. Godoy nos deixou em 2024 e é uma pena não podermos ouvi-lo sobre o risco nuclear no segundo mandato de Trump.
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