menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Uma bela Sena de Trunfo

20 0
30.05.2026

Conquistar um lugar ao Sol é cada vez mais difícil no planeta Futebol. Se é verdade que a difusão da qualidade e a despistagem do talento é cada vez mais universal, é igualmente certo que a competitividade e a concorrência aumentaram na direta proporção da transversalidade do jogo, da sua globalização e compreensão.

Há gerações inesquecíveis e, quando se fala de futebol ao mais alto nível, importa ter memória. O tempo é o que dele fazemos, e dar tempo ao tempo é o melhor conselho para os mais novos, habituados ao mediatismo e ao imediatismo do consumo direto, sem filtros, mas, também, sem outro registo que não seja o do confronto de números, estatísticas e críticas que não puxam o tempo atrás para as necessárias equivalências.

Di Stefano, Puskas, Pelé, Eusébio, Maradona, Beckenbauer, Cruyff, Ronaldo, Ronaldinho. Eleitos pelos Deuses e nomes indissociáveis do belo jogo, da sua História e das suas memórias. Para esse grupo restrito (que poderia, sublinho, incluir mais meia dúzia de nomes), vão entrar, no Mundial-2026, pelo menos mais seis. Uma meia dúzia dourada que terminará a sua participação em fases finais de Campeonatos do Mundo de futebol, depois de um percurso brilhante, dourado, emoldurado.

Desde logo Cristiano Ronaldo, o miúdo madeirense sonhador que conquistou todos os amantes da bola com um perfil único no futebol internacional: uma incomensurável e inigualável capacidade de trabalho, de sacrifício, de conquista e de motivação geracional.Vi-o, em agosto de 2003, na inauguração do novo Estádio José Alvalade, assinar a exibição maravilhosa, pelo Sporting, que levaria ao êxtase os jogadores do Manchester United e,........

© A Bola