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Manuel MatiasObservador |
Quando quem governa relativiza a ética, a responsabilidade já não é apenas de quem falha. É também de quem escolhe, mantém e tolera.
A instrumentalização de histórias pessoais como armas políticas é uma prática recorrente. E perigosa.
Cristo não foi um revolucionário progressista no sentido moderno, nem um precursor das agendas que hoje se apresentam como “humanistas”