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O voto e a calculadora

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wednesday

Pela primeira vez na história da democracia portuguesa, temos a certeza de que o próximo Presidente da República será eleito na segunda volta. E isso acontece exatos 40 anos depois da única disputa que também foi decidida no “prolongamento”, e por uma diferença de apenas 138 mil votantes (que quase podiam ser reunidos todos, nesses tempos, no antigo Estádio da Luz), num universo de mais de seis milhões de eleitores. Desta vez, segundo a perceção generalizada, temos cinco candidatos, com probabilidades muito semelhantes, a disputar o direito de ver o seu nome inscrito no boletim de voto, a 8 de fevereiro. Com uma particularidade inédita em toda a história das eleições democráticas: entre os cinco, qualquer combinação é possível sobre os dois que vão passar à fase final. Não há uma dupla que se destaque. E é preciso acrescentar que, com as margens de erro das sondagens que têm sido feitas, ninguém pode prever, com segurança e fundamentação, aquilo que vai acontecer. Será apenas um palpite – que vale o que valem os palpites, como todos sabemos quando jogamos no Euromilhões…

Esta situação........

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