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Sem Militão, lateral-direita vira dilema na Seleção Brasileira

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25.04.2026

Sem Militão, lateral-direita vira dilema na Seleção Brasileira

A possível ausência de Éder Militão na Copa não tira apenas um dos pilares da zaga da Seleção Brasileira. Ela provoca um efeito em cadeia que chega, inevitavelmente, até a lateral-direita, setor que, nos últimos anos, já vive uma disputa aberta por identidade.

Militão virou, com o tempo, aquele jogador que resolve problemas. Quando o lateral sobe demais, lá está ele. Quando o contra-ataque parece perigoso, lá está ele de novo, correndo como se tivesse chegado agora ao jogo. Sem esse tipo de cobertura, tudo fica um pouco mais arriscado e a lateral-direita da Seleção Brasileira sente isso como poucas posições.

Aí entram os nomes de sempre, cada um carregando sua própria história. Tudo indica que Wesley deve ser o titular, que com ousadia joga como quem não aceita o empate como possibilidade. Ataca, dribla, insiste. É o tipo de lateral que empurra o time para frente e, às vezes, empurra também a defesa para o perigo. Sem alguém como Militão na retaguarda, cada avanço seu carrega um pequeno suspense. Vale ressaltar também que ele não atua pela Roma desde que retornou da Data FIFA, quando foi cortado por lesão muscular depois da partida contra a França. E no próprio........

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