Endrick tem o molho e precisa ir pra Copa
Endrick tem o molho e precisa ir pra Copa
No futebol, há jogadores que carregam a bola. E há aqueles que carregam o destino. Endrick, com seus passos ainda curtos de idade, já pisa como quem conhece o peso da história. Não é só sobre gols ou assistências, embora venham, quase sempre com uma naturalidade desconcertante. É sobre presença. Sobre o tal "molho" que não se ensina, não se treina, não se compra.
Tem algo nele que escapa da estatística. Um jeito de receber a bola como se já soubesse o final da jogada, como se o tempo corresse um segundo mais devagar só para ele. Enquanto outros pensam, ele decide. Enquanto outros hesitam, ele resolve. E nisso mora a diferença entre promessa e realidade.
O Brasil fica vidrado para assistir quando ele é chamado! É inegável. Além de ser o mais ovacionado, é o que sempre entrega. Ontem, cavou o pênalti e arrumou uma correria absurda. Queria até bater a penalidade, mas não deixaram. É como se cada 'não' que recebesse fosse um desafio para a próxima etapa. Contra a França não entrou. Diante da Croácia , foi chamado e sofreu o pênalti. Não bateu, mas continuou trabalhando até que deu uma arrancada fenomenal e assistência para o gol de Martinelli. Será que na próxima partida, já convocado, balança a rede pela primeira vez na era Ancelotti?
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O choro com a esposa ao final é a prova de que a vontade de jogar está engasgada. E que, pra ele, basta uma oportunidade mínima para fazer toda a diferença.
Levar Endrick não é apenas uma escolha técnica é um gesto de lucidez. Porque em campo, quando o jogo aperta e a lógica falha, são esses jogadores que inventam saída onde não há. Deixar alguém assim de fora não é estratégia. É teimosia beirando a loucura.
O futebol, no fim das contas, sempre encontra seus eleitos. E Endrick joga como quem já foi escolhido.
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