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Derrota do Galo na Venezuela prova que trauma da final ainda dói

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09.04.2026

Derrota do Galo na Venezuela prova que trauma da final ainda dói

Na Venezuela, o Atlético-MG não estreava apenas em mais uma edição da Sul-Americana. Estreava, na verdade, contra a própria memória.

O 2 a 1 para o Puerto Cabello carrega números simples, mas sentimentos acumulados. Porque não era só o primeiro jogo da fase de grupos, era também o reencontro com uma competição que ainda doía.

No ano passado, o Galo quase foi campeão. Chegou à final e saiu sem o título. E esse tipo de derrota não termina no apito final, ela se instala, fica, aparece nos momentos mais improváveis. Como numa noite longe de casa, contra um adversário teoricamente menor.

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O jogo começou e, cedo, a equipe sofreu o gol: Castillo fez 1 a 0. O Atlético respondeu com Dudu, empatando ainda no primeiro tempo. Mas, antes do intervalo, veio o 2 a 1 da equipe venezuelana.

E ali, mais do que o placar, pesou a sensação conhecida: a de que algo estava escapando.

No segundo tempo, o Galo teve a bola, tentou empurrar o adversário, rondou a área. Mas faltava aquilo que decide jogo grande, mesmo quando o jogo não parece grande. Faltava precisão, faltava clareza? faltava, talvez, leveza.

O mais simbólico? Foi a primeira vez que o Atlético perdeu para um time venezuelano em sua história. Um detalhe estatístico que, sozinho, já diz muito.

Mas a crônica do jogo não é sobre tabu quebrado. É sobre alerta aceso.

Porque, às vezes, o futebol cobra não a falta de talento, mas a falta de atenção. E na Venezuela, por 90 minutos, o Galo pareceu distraído demais para perceber que o jogo já tinha começado.

Ficou a sensação de que a estreia não foi apenas derrota.

Foi continuação de algo que ainda não foi bem digerido.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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