'Piada' x 'muito divertido': campeões se dividem sobre nova F1 após 2º GP
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Mais pilotos disseram ter gostado da segunda corrida da nova era da F1, na China, mas Max Verstappen seguiu criticando fortemente a categoria pelo excesso de foco na recuperação de energia, que teve sua importância triplicada com o novo regulamento.
O tetracampeão, que abandonou com problemas no motor, depois de ter problemas na largada, como já havia acontecido na corrida sprint, no sábado, disse que o regulamento é "terrível".
Se alguém gosta disso, então realmente não sabe o que é corrida. Não é nada divertido. É como jogar Mario Kart. Isso não é corrida. Você acelera, ultrapassa, aí a bateria acaba na próxima reta e eles aceleram de novo. Para mim, é uma piada.Max Verstappen sobre o novo regulamento
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Depois de ver seus pilotos conseguirem mais uma dobradinha, com Kimi Antonelli conquistando sua primeira vitória na carreira, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, relativizou as críticas de Verstappen.
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"Ele está vivendo um show de horrores com aquele carro, principalmente na classificação", disse o austríaco, referindo-se ao comportamento da Red Bull, que foi muito ruim por todo o final de semana da China. "Isso afeta o julgamento dele, é normal."
Outro campeão do grid, Fernando Alonso, que também vive um momento difícil na Aston Martin, disse que a F1 se tornou "um campeonato de baterias". Ele teve que abandonar o GP da China porque as vibrações de seu carro eram tão fortes que fizeram com que ele deixasse de sentir as mãos e pés. A Aston Martin tem um problema decorrente da integração entre o MGU-K, gerador de energia elétrica, e o chassi.
Por outro lado, Lewis Hamilton disse ter se "divertido muito" durante a corrida, em que teve uma disputa por várias voltas com seu companheiro Charles Leclerc.
Me manter na briga foi uma das corridas mais divertidas que já fiz em muito, muito tempo, talvez a melhor de todas. O fato dos carros estarem do jeito que estão este ano... aquela batalha com o Charles no final foi incrível. Uma ótima disputa roda a roda, muito justa, exatamente o que queremos.Lewis Hamilton
A pista da China expõe menos os carros da F1 à falta de bateria que ficou mais clara na etapa de abertura do campeonato, na Austrália. Daqui a duas semanas, será disputado o GP do Japão, que tende a ficar no meio do caminho entre as duas primeiras etapas.
Desde os testes, tinha sido marcada uma reunião para decidir sobre possíveis mudanças no regulamento, que relaxariam a necessidade do motor funcionar com 50% da potência vinda do motor a combustão e 50% da parte elétrica. A reunião vai seguir adiante, mas a posição de equipes, FIA e F1, ouvidos pelo UOL em Xangai, é de esperar mais corridas para fazer qualquer tipo de mudança.
A sensação geral é de que muitos dos problemas que estão incomodando os pilotos serão resolvidos com o próprio desenvolvimento dos carros e motores, uma vez que trata-se de um regulamento extremamente complexo. Mas estão todos abertos a mudanças caso os problemas persistam após uma sequência de provas.
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