Seleção mudou em 20 anos, da farra de Weggis à privacidade dos treinos
Seleção mudou em vinte anos, da farra de Weggis à privacidade dos treinos
É muito comum ouvir colegas das coberturas de Copa do Mundo das décadas de 1970 e 1980 reclamarem da mudança da rotina, da falta de acesso, dos treinos fechados.
A Copa de 1994, nos Estados Unidos, foi um divisor de águas para a privacidade dos jogadores. Não nos treinos, abertos na Universidade de Santa Clara, com corneta do torcedor profissional Dartagnan Jatobá. Mas em Los Gatos, casa da seleção durante a campanha do tetra, ninguém entrava, exceto em entrevistas coletivas agendadas.
Os treinos abertos seguiram na alegria e na tristeza, na vitória ou na derrota. A rotina da cobertura de 1970 continuou com Telê Santana, em 1982 e 1986; com Carlos Alberto Parreira, em 1994; com Zagallo, em 1998, e com Felipão, em 2002.
Josias de SouzaFlávio Bolsonaro perde de goleada em casa
Flávio Bolsonaro perde de goleada em........
