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Vorcaro forjou ofício à Meta para descobrir contatos de namorada, diz PF

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04.03.2026

Vorcaro forjou ofício à Meta para descobrir contatos de namorada, diz PF

O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, usou um documento falsificado para tentar descobrir com quem sua namorada, a blogueira Martha Graeff, estava conversando, apontam diálogos analisados pela Polícia Federal.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, tratado como "Sicário", tinha acesso a sistemas internos de órgãos públicos e falsificava documentos se passando por autoridades para tentar tirar notícias do ar e obter informações de rede social, segundo a PF.

Em uma dessas operações, Mourão acionou o Facebook e a Meta com um ofício supostamente assinado por uma promotora requisitando informações de com quais contatos Graeff estaria se comunicando nas redes sociais da empresa.

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Na representação que levou à prisão de Vorcaro nesta quarta-feira, a PF apontou que o dono do Master usava um grupo de WhatsApp chamado "A Turma" para obter informações e perseguir adversários.

Mourão integrava esse grupo e atuava como ponte entre Vorcaro e pessoas suspeitas de vazarem informações sigilosas.

A prisão de Vorcaro e dos demais integrantes do "A Turma" foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), em decisão de 3 de março.

"As investigações também apontam que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos, incluindo bases de dados utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial", diz a decisão do ministro André Mendonça.

"Tais acessos teriam ocorrido mediante utilização de credenciais funcionais pertencentes a terceiros, permitindo a obtenção de informações protegidas por sigilo institucional."

"A partir dessa metodologia, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol."

A Polícia investiga se essas credenciais foram cedidas ou se o acesso foi comprado pelos investigados.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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