Três anos sem o maior brasileiro de todos os tempos
Até hoje é difícil de acreditar.
Parece que tudo não passou de um sonho.
Ou melhor, de um pesadelo.
Josias de Souza
Centrão chega a 2026 zonzo
Wálter Maierovitch
De novo, plano de Zelensky não será aceito por Putin
Mauro Cezar
Filipe Luís custará perto do que o Fla pagava a Jesus
Ronilso Pacheco
Eduardo dá bênção para Flávio resolver candidatura
Mas, exatamente três anos atrás, recebíamos a duríssima notícia de que Edson Arantes do Nascimento, o Rei do Futebol, o São Pelé, tinha nos deixado.
E tudo isso em meio às festividades de fim de ano, momento em que geralmente nos encontramos mais frágeis e emotivos.
Foi difícil para todo mundo.
Mas, desculpem a franqueza, foi muito mais difícil para mim, já que, naquele triste 29 de dezembro de 2022 estava me despedindo do gênio que norteou a minha vida.
E imagino que tenha sido muito mais complicado ainda para a linda família do Rei Pelé.
E se você estiver achando um exagero chamar Pelé de o maior brasileiro de todos os tempos, já que "o futebol é a coisa mais importante dentre as menos importantes", conforme nos ensinou Arrigo Sacchi, eu explico.
É que, pré-Pelé, o mundo via o Brasil apenas como "aquele país irrelevante da América do Sul, que só tem mata e pessoas meio que selvagens".
Mas, depois que o Rei começou, ao lado de grandes craques do Santos e da seleção brasileira, a dominar o esporte mais popular do planeta com o enorme talento que Deus lhe deu, a população mundial passou a nos ver com outros olhos.
Com olhos de admiração.
Sim, chegue em qualquer país e, quando o funcionário do aeroporto conferir o seu passaporte e verificar que você é brasileiro, ele certamente pensará ou até mesmo te falará: "Ô, Brasil, Pelé!".
Sim, Cabral descobriu o Brasil em 1500, mas foi Pelé quem espalhou as qualidades de nosso país para o mundo a partir de 1956.
E podem ter certeza de que ninguém jamais superará o Rei.
Essa verdade nunca desapareceu e jamais morrerá: Pelé foi, é e sempre será o número 1 do futebol.
Porque Pelé foi a pessoa melhor dotada por Deus para a prática de uma determinada atividade específica.
Mesmo praticando futebol, a coisa mais importante dentre as menos importantes, relembrando mais uma vez o italiano Arrigo Sacchi.
Acontece que só Pelé recebeu de Deus talento nota 10 em sua profissão.
Leonardo Da Vinci, Santos Dumont, Thomas Edison, "meu amigo" Marconi, Michelangelo, Sabin, Einstein, Freud, João Paulo II, Charles Darwin, Mozart, Beethoven, Graham Bell e outros gênios ganharam honrosa nota 9.99.
Sim, são figuras que contribuíram muito e muito mais para a humanidade do que esse "simples chutador de bola" nascido no mágico Sul de Minas.
Mas, nessa atividade, virou raríssima unanimidade mundial imorredoura, mesmo tendo parado em... 1974!!!!
Pelé é o primeiro no futebol - e disparado.
Em segundo... ninguém!
Em terceiro... ninguém!
Em quarto... ninguém!
E em quinto... ninguém também!
Maradona é o sexto e daí por diante vêm Garrincha, agora Messi, Sívori, Di Stefano, Nilton Santos, Eusébio, Zico, Romário, Krol, Cruyff, Zizinho, Beckenbauer, Puskás etc.
Mas, calma, que logo teremos, sim, um novo Pelé no mundo.
Afinal, novos Romário e Zico sempre teremos de 150 em 150 anos.
Novos Zizinho, Nilton Santos, Edu, Coutinho, Krol, Platini, Sívori, Di Stefano e Eusébio de 215 em 215 anos.
Ademir da Guia, Beckenbauer, Neymar e Cruyff de 295 em 295 anos.
Puskás de 400 em 400 e um Garrincha de 500 em 500.
E um novo Pelé... DE NUNCA EM NUNCA MAIS!
Muito obrigado por tudo, Rei!
E, por favor, veja se consegue negociar com o "Homem aí de Cima" um 2026 menos sofridos para nós, torcedores do Santos (risos).
Leoz junto com o Rei Pelé na festa da Conmebol. Foto: Conmebol.
Nesta linda imagem, o goleiro Chicão leva a melhor na disputa de bola com o Rei Pelé. Foto: Reprodução
No dia 16 de novembro de 2013, Pelé deu uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo sobre a comemoração dos 50 anos do bicampeonato mundial Interclubes. Crédito da foto: Eduardo Anizelli, Folha Press, reprodução.
Chico e o Rei dividindo a bola. Crédito da foto: Site oficial do Chico Buarque
Pelé, ao lado do ex-ponta-esquerda Paraná e Pedrinho de Souza, do Panathlon Club Sorocaba, em 2013, ocasião em que o Rei foi homenageado pelo Panathon. Foto: panathlonsorocaba.com.br
Acima em destaque, Pelé. Abaixo, da esquerda para a direita, em pé: Gena, Gilberto, jogador não identificado, Antonino, Givanildo e jogador não identificado. Agachados: jogador não identificado, jogador não identificado, Fernando Santana, Luciano Qualhada e Ramon. Foto: Reprodução do livro "Cem Anos em Cinco"
Nilton Santos, o jornalista Marcondes Brito e Pelé
A família Sbeghen recebendo Pelé e Dondinho na Fazenda São João, em 1962. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
Jayme Sbeghen com as filhas Regina e Lilian, ao lado de Pelé. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
No centro, João Sbeghen Neto e seu filho Zezinho entre Pelé e Dondinho, no terreiro de café da Fazenda São João, em 1962. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
João Sbeghen Neto e Pelé, que calçava tênis com os cadarços amarrados nas canelas durante caçada na Fazenda São João, em Mineiros do Tietê-SP, em 1962. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
Pelé, José Sbeghen e Dondinho no terreiro de café da Fazenda São João, em 1962. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
Pelé, preparando-se para pescar, com José Sbeghen, proprietário da Fazenda São João (primeiro, da esquerda para a direita), com os filhos João e Jaime, em 1962. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
Na Fazenda São João, em Mineiros do Tietê-SP. Pelé, último da esquerda para a direita, faz sua pontaria. Foto: Jornal da Cidade - Bauru, enviada por Luciano Dias Pires
Ramon e Pelé, um ídolo de cada torcida. Foto: Reprodução do livro "Cem Anos em Cinco"
o Rei em dois momentos
Em 19 de novembro de 1995, o Santos goleou o Corinthians por 3 a 0, na Vila Belmiro, em partida válida pelo campeonato nacional da época. Antes do jogo, a presença ilustre de Pelé e do professor Júlio Mazzei, de terno. Da esquerda para a direita: Jamelli, Robert, Narciso, Giovani , Gallo e Edinho, todos com a camisa do Peixe. Pelé, cumprimenta os torcedores e o professor Júlio Mazzei observa o Rei. No Corinthians, da esquerda para a direita: Célio Silva, Wilson Macarrão, Tupãnzinho, Vitor, Elivélton, André Santos, Fábinho, Marcelinho Paulista, aparecendo só a orelha, não conseguimos reconhecer (Ajude o Terceiro Tempo a identificar o jogador no email redacao@terceirotempo.com.br), Carlos Roberto, Clóvis e o goleiro reserva Maurício. Crédito da foto: enviada por Roberto Diogo.
Digitalização da publicação do ano de 1959, enviada por Carlos Renato Viana
Pelé, entrevistado na TV Bauru, ao lado de Sylvio Simonetti, o Syca, no programa patrocinado pela Ducal. Foto: 94FM Bauru
Que linda imagem do menino Pelé, já defendendo o Santos FC. Foto: Reprodução/UOL
Pelé com Dona Celeste e Dondinho. Foto: Reprodução/UOL
Falcão (do futsal), Pelé e Neymar. Foto: Reprodução/UOL
O Rei no lançamento do filme "Pelé Eterno". Foto: Reprodução/UOL
"Foi grande surpresa para mim, não esperava passar o aniversário no México. Mas foi um prazer", a legenda do Rei postada no twitter na comemoração dos 73 em 23 de outubro de 2013.
Da esquerda para a direta, em pé: Lula (técnico), Feijó, Dalmo, Zito, Fioti, Urubatão, Manga, Laércio, Hélvio e Getúlio. Agachados: Dorval, Hélio, Álvaro, Afonso, Pagão, Guerra, Pelé, Pepe e Macedo (massagista). Foto enviada por Wesley Miranda
Pelé vai comemorar seu gol contra o Palmeiras, no Pacaembu, no início dos anos 70. Desolados, o camisa 6 João Carlos, o zagueiro Polaco e o goleiro Sérgio Bergantin. Foto: arquivo pessoal de Polaco
Pelé e Odílio Rodrigues, no dia 9 de abril de 2012. Foto: Site oficial do Santos
Carlos Argenti Pereira ao lado de Pelé, em Santos. Foto enviada por Carlos Argenti Pereira
Olímpio da Silva e Sá, então diretor do jornal A Gazeta Esportiva recebe Pelé na redação de para falar sobre a Loteria Esportiva, em 1975. Foto: Agência Gazeta Press
Enviada por Aparecido Roberto em setembro de 2013: "Mirtão, vc que gosta de ver perna de homem, dê uma olhada na diferença da do Pelé com a do outro jogador"
Dirceu Lopes, Pelé e Tostão: nomes históricos do futebol brasileiro. Foto retirada do blog Tardes de Pacaembu
Em 12 de junho de 2013. Pelé foi o principal astro de um evento em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, que inaugurou um relógio com contagem regressiva para o início da Copa do Mundo de 2014. Foto: UOL
Depoimento para a TV Tribuna, de Santos, em 2013. Foto: UOL
Homenageado pelo New York Cosmos. Foto: UOL
Pelé e Beckhenbauer revelando o mascote da Copa da Alemanha-2006, o leão Goleo. Foto: UOL
Confira a matéria da Revista Placar de setembro de 2013, sobre filmes estrangeiros, que têm o futebol como pano de fundo e craques em ação nas telas. Acima, vemos Eric Cantona em "À Procura de Eric". Abaixo e da esquerda para a direita, Vinnie Jones em "Snatch - Porcos e Diamantes" e Pelé em " Fuga para a Vitória". Imagem: Placar
Pelé em 1960, quando soldado do 2º BC, em Santos. Reprodução enviada por Eduardo Monteiro em 2013
Da esquerda para a direita, Pelé, Didi e Amarildo. Imagem: Placar
Amistoso 1965 - Em 21 de novembro de 1965, a Seleção Brasileira empatou com a URSS por 2 a 2, no estádio do Maracanã no Rio de Janeiro. Gols de Gérson e Pelé e para os soviéticos, Metrevelli e Banichevski. Da esquerda para a direita: o massagista Mário Américo, Djalma Santos, Bellini, Manga, Orlando Peçanha, Dudu e Rildo, todos em pé. Agachados: Jairzinho, Gérson, Flávio Minuano, Pelé, Paraná e Pai Santana. Foto Enviada por Roberto Saponari.
A edição do clube Sírio, nº231, de 2010, fez uma matéria especial sobre o ex-goleiro Gylmar dos Santos Neves. Na imagem da esquerda para a direita Vavá, Orlando, Pelé, Gylmar e Didi.
Veja Gylmar dos Santos Neves, o saudoso goleiro, comemorando com Pelé, nos vestiários do Maracanã, após a vitória do Santos sobre o Milan por 1 a 0, conquistando o bicampeonato mundial. Créditos: FIFA.
Da esquerda para a direita, em pé: Ivan, Fioti, Hélvio, Manga, Urubatão e Zito. Agachados: Dorval, Jair, Pelé, Pepe e Tite. Foto enviada por Roberto Saporani
Pelé pelo Santos e Antoninho pela Ferroviária. Foto enviada por Norberto Duran
Assis escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Diego Cavalieri; zagueiros: Ricardo Gomes e Oscar; laterais: Branco e Carlos Alberto Torres; volante: Clodoaldo; meias: Didi e Zico; atacantes: Garrincha, Pelé e Ronaldo. Imagem: Placar
Ao visitar Bauru, em 1975, Pelé foi recepcionado na Chácara Odete, na qual ele aparece ao lado de Odorante Tavano. O último à direita é Brisolla, que foi seu companheiro no Baquinho. Foto: Bauru Ilustrado
Pelé, Dona Virgínia e Luiz Américo
Da esquerda para a direita: Manuel Maria, Luiz Américo e Pelé
Da esquerda para a direita: Djalma Santos, Pelé e Garrincha. Foto: UOL
Roberto Perfumo escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Fillol; zagueiros: Albrecht e Procópio; laterais: Marzolini e Carlos Alberto Torres; volante: Zito; meias: Maradona; Dirceu Lopes e Didi; atacantes: Pelé e Kempes. Imagem: Placar
Pelé e Lance, em 1974. Foto enviada por Emílio A. Duva
Bolívar levanta a taça entregue por Pelé. Foto: Fifa
Campeonato Paulista, em 11 de abril de 1971, na Vila Belmiro. O Corinthians goleou o Santos por 4 a 2, dois gols de Mirandinha, um de Rivellino e outro de Samarone. Ferretti e Pelé descontaram para o Santos. Na foto, o lateral-esquerdo Pedrinho marca Pelé. Notem que o Rei está com a mão direita fechada no queixo de Pedrinho. Foto enviada por Emílio A. Duva
O Rei Pelé em um momento de descontração no Bauru Country Club, na cidade de Bauru. Foto enviada por Tico Cassola
Esta é a equipe do Vasco de São Lourenço-MG. O pai de Pelé, Dondinho, em pé, é o mais alto dos jogadores. Foto enviada por Lélio Teixeira
Da esquerda para a direita, Dondinho, Edinho e Pelé. Quadro com a foto do avô ao neto saiu na Revista Placar do mês de junho de 2013. Imagem: Placar
Da esquerda para a direita, Pelé, Gordon Banks caído no chão após defesa, Nobby Stiles e Jimmy Armifield. Foto: Reprodução Google
Pelé no Hotel Normandy de Belo Horizonte, sendo observado por diretores do Santos e por Jofre Borges, o último da esquerda para a direita. Foto enviada por Jofre Borges
Pelé e Benedicto Barbosa da Silva, um dos fundadores das Lojas Americanas e influente homem de negócios em Minas Gerais. Foto enviada por Jofre Borges
Da esquerda para a direita, em pé: Carlos Alberto, Lima, Geraldino, Orlando, Gylmar e Mauro. Agachados: Toninho, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Abel. Ao fundo do time santista, vemos o jogador corintiano Flávio Minuano sendo entrevistado por Geraldo Blota. Foto: Revista "Era Pelé"
Da esquerda para a direita: Paulo Henrique, Zito, Brito, Fontana, Gylmar, Alcindo, Amarildo, Lima, Pelé, Fidélis, Jairzinho e Mário Américo. Foto: Revista "Era Pelé"
O reconhecimento do Santos Futebol Clube ao feito inédito do maior craque da que a história do futebol já conheceu. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé deixa o zagueiro para trás e o goleiro no chão, entes de marcar seu gol no Maracanã, onde a Seleção carimbava a classificação para a Copa do Mundo de 70, aplicando uma goleada na Venezuela. Foto: Revista "Era Pelé"
Da esquerda para a direita, Gerson, Pelé e João Saldanha. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé antes de treino da Seleção Brasileira. Foto: Revista "Era Pelé"
No banho, a presença do inseparável crucifixo, que o ajudou a proteger-se em toda sua carreira. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé sente a dor em sua perna, toda marcada de tanto levar pontapés dos zagueiros. Mas ele resistia a tudo. Foto: Revista "Era Pelé"
Copa de 70: depois de aplicar o "drible da vaca" no goleiro uruguaio Mazurkiewcz, o gol está à mercê do Rei. O chute sai forte e colocado, como sempre, mas a bola passa a milímetros da trave direita e vai para fora. Seria um dos maiores gols da história do futebol. O estádio e o mundo inteiro, através da TV, viveram essa emoção inesquecível e lamentaram tanto quanto Pelé a sorte do Uruguai. Foto: Revista "Era Pelé"
Para a sorte do zagueiro (à esquerda da foto), Pelé (dentro do gol adversário) observa a bola sair pela linha de fundo, Erro era lance raro na carreira do Rei. Foto: Revista "Era Pelé"
O Pelé de 1958, menino-rei de joelhos, agradece a primeira grande conquista de sua vida: a Copa do Mundo da Suécia. Ao seu lado, o inesquecível Garrincha, um dos mestres de luxo de Pelé. Foto: Revista "Era Pelé"
Da esquerda para a direita, Mário Américo massageia Jairzinho (de costas), Pelé abraça o capitão Carlos Alberto Torres, que também foi seu "coadjuvante" no Santos. Um momento de emoção indescritível, quando o Brasil se sagrava tricampeão do mundo no México. Foto: Revista "Era Pelé"
No campo de batalha, Pelé aguarda o socorro do massagista de mais uma "caçada" que sofreu. Um momento de alívio para o adversário, mas que durava bem pouco. Foto: Revista "Era Pelé"
O garoto Pelé salta, grita e dá um soco no ar. Sua comemoração característica fez escola no futebol. Era a marca registrada do Rei. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé "executa" o decepcionado goleiro tcheco (ao fundo e à direita da foto) e vira o marcador. Tostão corre atrás do Rei para abraçá-lo. Era a queda do primeiro adversário brasileiro na Copa do México, que abriu o caminho para o Tri. Foto: Revista "Era Pelé"
Na rede, Pelé está no lugar certo. Ele é o próprio gol, o caçador que pouquíssimas vezes deixou a caça escapar. Foto: Revista "Era Pelé"
A elegância e a majestade eram inigualáveis em Pelé. Até na simplicidade de um lateral sua postura de atleta superdotado ficava evidente. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé e Tostão, um dos seus ilustres parceiros, se somam na alegria de outro gol do Brasil na Copa de 1970. O gesto foi repetido várias vezes, demolindo as defesas adversárias e encantando o mundo. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé descobre uma brecha entre a barreira, o goleiro e a trave. O olhar fulminante e o chute potente e matematicamente calculado transformavam as faltas perto da área em gol quase feito. Foto: Revista "Era Pelé"
Os desesperados zagueiros paraguaios (à direita da foto) utilizavam uma única arma conter Pelé e seus dribles estonteantes: a violência. Mas nem isso intimidava o Rei (que na foto está caído, no canto esquerdo). Sua mágica superou todos os pontapés do mundo. Foto: Revista "Era Pelé"
O encanto e carisma de Pelé eram capazes de fazer coisas que até Deus duvida. Sua presença podia parar totalmente uma cidade, para que todo o povo pudesse ver sua arte. Como em 1970, no México: "Hoje não trabalhamos. Vamos ver Pelé". Foto: Revista "Era Pelé"
No jogo Brasil x Tchecoslováquia, na Copa de 1970, Pelé saltou para tentar cabecear a bola e caiu de cara no chão. Tostão está bem atrás do Rei, ambos no centro da foto e entre eles, um adversário tcheco de cada lado. Foto: Revista "Era Pelé"
Pelé dirige o futebol mundial. Nada mais justo para um "semideus". Foto: Revista "Era Pelé"
Gérson lança em profundidade, Pelé sobe. A cabeçada perfeita e medida faz a bola atravessar na frente do marcador italiano mansamente e ir em direção a Jairzinho, que está entrando na pequena área, na final da Copa do Mundo de 1970, no México. Foto: Revista "Era Pelé"
O ex-fotógrafo foi o único homem que marcou o "Rei do Futebol" em cima durante toda a sua carreira no futebol e nunca levou um drible. Foto: Revista "Era Pelé"
Da esquerda para a direita, Nilton Batata, Nélson Borges, Pelé e jogador não identificado. Foto enviada por Luís Carlos Ferreira
Da esquerda para a direita, Pelé e Nélson Borges. Foto enviada por Luís Carlos Ferreira
Veja Pelé, quando era "novinho, novinho", no Santos Futebol Clube. Foto enviada por Marcos Orsi
Gylmar é o goleiro do time dos sonhos do veterano Mengálvio, na edição de maio de 2013 da Revista Placar. Foto: Reprodução
Pelé aparece em foto com Antoninho, a quem presentou com a camisa comemorativa da Placar, na edição de maio de 2013 da revista. Foto: Reprodução
Edição de maio de 2013 da Revista Placar relembra a curiosa história da camisa comemorativa usada por Pelé. Foto: Reprodução
Um colecionador enviou à revista Placar a camisa usada por Pelé em 1970, até então "desaparecida". A foto do rei foi resgatada e publicada na edição de maio de 2013 da publicação. Reprodução
Em mais um "Causos do Miltão", Milton Neves conta histórias que envolvem os ex-boleiros Paraná, Dedeu, Lindóia e o Rei Pelé. Foto: Reprod. Placar
Gilmar Rinaldi, Paulo Sérgio, Pelé, Zetti e, mais atrás, Cafu, no almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Chegando para o almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Pelé, recuperando-se de cirurgia no quadril, é amparado por Rivellino e Clodoaldo no almoço dos campeões mundiais no Espaço Unyco, no Morumbi, em 25 de abril de 2013. Os três primeiros, da esquerda para a direita, são Juninho Paulista, Edu e Pepe e o último é Zé Maria. Atrás estão Cafu, Coutinho, Zito, Dino Sani e Mengálvio. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Chegando para o almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Chegando para o almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Pelé e Rivellino, juntos durante almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Pelé, Paulo Sérgio e Cafu Cafu no almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Atrás estão Zito e Pepe. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Cabeludo e agora vestindo a camisa do Botafogo-SP, John Paul tenta interceptar Pelé. Ao fundo, no canto esquerdo de bigode, está Brecha. Foto enviada por Flávio Adauto
Enquanto Pelé parte para cima da zaga do Botafogo-SP, John Paul, o cabeludo logo atrás do Rei, acabou de ser driblado. Foto enviada por Flávio Adauto
Pelé causou transtornos na zaga do América de São José do Rio Preto. Acima do goleiro Raul Marcel, o bom zagueiro John Paul observa o camisa dez do Peixe, que é seguido por Adelson. Foto enviada por Flávio Adauto
Juvenal Juvêncio e Pelé ouvem o discurso do ministro Aldo Rebelo, do Esporte, antes do almoço dos campeões mundiais de futebol em 25 de abril de 2013, no Espaço Unyco, no Estádio do Morumbi. Foto: Marcos Júnior/Portal TT
Pelé finaliza observado pelo zagueiro John Paul, à direita, durante o jogo entre América-SP e Santos. Foto enviada por Flávio Adauto
No gramado do Yokohama International Stadium, Beckenbauer observa Pelé comemorando com Ronaldo a conquista em 2002. Foto: UOL
Pelé entre os repórteres Edélcio Cândido e Otávio Oliveira. Foto: arquivo de Edélcio Cândido
Pelé e jovens santistas em 27 de fevereiro de 1996. Foto: Teófilo Pereira
Outra imagem do confronte entre a seleção carioca e a seleção paulista em 1965. Rildo e Djalma Santos se confraternizam e Pelé, atrás, observa
Em 21 de junho de 1995, Pelé, ao lado de Buião, duante visita a Vespasiano-MG, cidade natal de Buião
Olten Ayres de Abreu cumprimenta Pelé (com seu passaporte na mão esquerda) no Aeroporto de Congonhas antes da viagem do Santos para a Bolívia, pela Libertadores da América. Em La Paz, no Estádio Hernandes Siles Suaso, o Peixe enfrentou muitas dificuldades mas conseguiu vencer por 4 a 3 o Deportivo Municipal. Curiosidade o fato do árbitro ser o brasileiro Olten Ayres de Abreu
Rildo e Djalma Santos, capitães de cariocas e paulistas, respectivamente, cumprem o protocolo em 1965. E, incrível: Pelé, à esquerda, é coadjuvante na foto. Uma raridade... Ah, e atrás de Pelé, parcialmente encoberto, está Geraldo Blota, o saudoso GB
Pelé e George Best. Foto enviada por Roberto Saponari
Paulo Planet Buarque e Pelé. Foto enviada por Roberto Saponari
Madruga e Pelé. Foto enviada por Roberto Saponari
Pelé foi garoto propaganda do programa de sócio torcedor do Santos em 2013.........© UOL
